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Dicas práticas para viajantes (ou não)

No último mês, passei 20 dias viajando pela Europa. Foram 3 países: Inglaterra, Escócia e Bélgica. Várias cidades: Londres, Edimburgo, região das Highlands (que são as terras altas da Escócia), Bruxelas, Antuérpia, Bruges e Gent. E um monte de experiências para a vida!

O que eu resolvi reunir nesse post foram algumas dicas bem práticas para quem está viajando, principalmente viagens mais longas, e não quer deixar a alimentação sair 100% do eixo. Mas, quer saber, essas dicas servem para todo mundo! Para quem passa muito tempo fora de casa, para quem quer economizar ou simplesmente variar o que come no dia-a-dia. ;)

Voltando à viagem, não tem jeito. Quando a gente segue uma rotina, e sai bruscamente dela, o nosso corpo sente. Alteração no funcionamento do intestino, mudanças na pele, no humor, inchaço, dor de estômago e indigestão... todos esses são sintomas muito comuns.

No meu caso, tenho uma rotina que pode ser considerada leve e saudável (haha até porque trabalho com isso). Durante a viagem, comi coisas que não estou muito acostumada e durante muitos dias seguidos. Basicamente: muito mais carboidratos refinados (farinha branca e açúcar), mais sódio, mais gordura, mais laticínios, mais álcool e menos água. Isso fez com que o meu corpo desse uma "reclamada". Mas, normal, tudo bem, vida que segue. Ainda sim, acho que os sintomas seriam muito piores se eu não tivesse colocado em prática algumas estratégias! Listei algumas aqui:

1. Caprichei no café da manhã, quando foi possível

Aquela dica básica que eu SEMPRE dou: o café da manhã é nossa primeira refeição, uma das mais importantes. Para quem está viajando, é aquele combustível inicial para você sair andando por aí. E ainda evita que você fique com fome muito cedo.

Ah, e eu escrevi "quando foi possível" porque tem muitos hotéis que não incluem ou não tem muita variedade. É bom ficar atento na hora de fazer sua reserva!

Café da manhã incrível do hotel Hilton, em Edimburgo.

Café da manhã não tão incrível do hotel que eu fiquei em Londres: muitas opções artificiais como margarina, café e suco de máquina.

2. Tinha sempre um lanchinho na mochila

Essa é uma super estratégia! Quando dava aquela fominha, que às vezes vinha meio fora de hora, era só dar uma beliscada em alguma coisa que estava na mochila e pronto! Podemos explicar essa fome talvez mais intensa do que normalmente porque gastamos mais energia do que o usual, principalmente caminhando.


Eu me dei super bem com esses salgadinhos de vegetais! Muitos são cozidos e/ou assados e com pouco sal. E são fáceis de achar em qualquer mercado.


Frutas secas e nuts também são ótimas alternativas.


3. Em alguns lugares, comprei chocolate e também deixei na mochila

Por conta do aumento do gasto energético e também do frio (tinha dias que a sensação térmica era de -10 graus), é normal o corpo pedir por um carboidrato rápido, uma energia rápida. E isso pode se refletir na vontade de comer doce. Por isso, principalmente na Bélgica, comprei alguns chocolates e também deixei na mochila. Quando dava aquela vontadinha de doce, eu comia um pedacinho. Assim eu não precisava comer algo muito grande, tipo um Waffle com Nutella ;)

O tradicionalíssimo chocolate belga da loja La Belgique Gourmand.


4. Comida no pote, temos

Alguns dias eu usei esses potinhos como estratégia praqueles horários que não são nem almoço e nem jantar. Ou então como um pré-jantar. Comida no pote é muito comum na Europa, dá pra achar em cafeterias e no mercado também. Tem desde salada de folhas até quinoa, tabule, salada de grãos, entre outras opções.

Potinhos da rede iit, na Bélgica.

5. Uma pausa e um Mocha, por favor

Viajar no frio não é nem um pouco fácil! Você anda, anda, anda, mas tem hora que precisa entrar em algum lugar pra se esquentar. Lá na Europa, tem uma rede muito famosa de cafés que chama Nero, e eu me apaixonei pelo Mocha deles (que é café, chocolate e leite). Acabou virando uma alternativa de lanchinho para dar aquele conforto. Dessa forma, eu me esquentava, dava uma descansada, uma olhadinha no mapa e ainda colocava um combustível no corpo para continuar batendo perna.

Gostoso e fotogênico :)


6. 1 garrafa de suco por dia (ou mais)

Eu AMO ir nos mercados de todos os lugares para onde eu viajo. Acho super importante para a minha profissão, fora que eu adoro ficar vendo as novidades.

Lá eu achei essa marca de suco deliciosa que é aquele esquema, só suco mesmo.

E também alguns feitos na hora.

A minha estratégia foi, quase todos os dias, comprar 1 garrafa e levar na mochila também, para tomar ao longo do dia, ajudando a manter a hidratação e, muitas vezes, pra economizar e não pedir bebida nos restaurantes (haha)!

Aliás, pra quem for viajar para o frio, fica a dica: coloque no bolso do lado de fora da sua sacola, bolsa, mochila... assim ele fica gelado o dia inteiro! \0/


7. Água, sempre

Sempre tinha! Porém, nem sempre eu tomava. No frio a sensação de sede diminui muito. Até por isso que às vezes eu preferia tomar o suco. Mas é importante ter uma garrafinha pra te lembrar.

Na verdade, eu comprava água de 1,5 ou 2,0L no mercado (era mais barato) e ia colocando na garrafinha menor pra andar durante o dia.

Quando eu tomava pouca água ao longo do dia, tentava compensar à noite e de manhã, antes de sair pra passear.


Quando voltei para casa, claramente estava mais inchada e com umas "vontades estranhas" de comer mais carboidrato, doces, gordura, etc. Totalmente compreensível, uma vez que durante 20 dias seguidos minha alimentação se baseou em coisas desse tipo. O que fiz foi retomar o mais rápido possível para a minha rotina normal de alimentação e também de exercícios. Isso é muito importante, não estender demais a baguncinha que as férias nos causam. Em uns 4 dias já estava me sentindo bem melhor. :)


Espero que tenham gostado das dicas <3

Beijos da nutri viajante, Raquel

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